crochet crochê messi bun hat touca para coque e rabo de cavalo
Uma das minhas últimas peças em crochet, denunciando o quanto de preto-branco-cinza e chevron vocês vão ver por aqui
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A lei da inércia diz que um corpo em repouso tende a ficar em repouso. E que um corpo em movimento tende a ficar em movimento. Pois é com a firme decisão de colocar este corpo que vos escreve em movimento, que decidi começar esse espaço sobre o assunto sobre o qual eu nunca fico sem assunto: o maravilhoso mundo das linhas e agulhas de crochê. Crochet Land é um nome que representa esse mundo à parte, cheio de palavrinhas e texturas que só quem está do lado de dentro entende. É um tal de saber marcas, pontos, tamanhos de agulhas, projetos, receitas, fontes de inspiração…

Entender outras línguas me trouxe novas formas de fazer crochê e novas ideias alucinantes, e ampliou as fronteiras do meu mundo, de tapetes e roupas a amigurumis e outras maravilhas que eu jamais havia imaginado. Mas, porque a quantidade de conteúdo relacionado a esse “crochê 2.0” (por assim dizer) ainda é escassa em português, eu creio que é hora de fazer a minha parte pra trazer esse conteúdo pra minha língua materna. Eu acredito firmemente que um esforço coletivo possa levar o artesanato brasileiro a novos lugares, novas descobertas, novas formas de ver e de tratar esse mercado. Minhas ferramentas são as agulhas e as palavras, e eu pretendo dar o melhor de mim nessa tarefa.

 

Como eu imagino que seja para a grande maioria de vocês, criar é, para mim, uma necessidade. É uma coceirinha, é algo que a Bia Morais, do blog Two Bee define como “o chamado craft”. E quando o seu chamado craft apita, colega, apenas colocar AQUELE projeto em ação é que vai te trazer algum sossego (pelo menos até que o próximo chamado craft aconteça…).  

Jornalista que sou, senti que era hora de conciliar as minhas duas paixões em um espaço que simplesmente precisava acontecer. Esse blog pretende juntar minha vocação para a produção de conteúdo com o amor aos fios e linhas: o Crochet Land sou eu, finalmente, atendendo ao meu chamado craft-jornalístico.

Eu poderia tentar definir agora quais os meus planos para este espaço. Mas você e eu, crocheteiras que somos, sabemos como um projeto de crochê funciona: a gente começa seguindo uma receita, e depois decide trocar esta ou aquela cor, colocar uns pontinhos a mais e, no final das contas, a gente acaba com uma peça completamente diferente do pretendido. Este post é a minha correntinha inicial. Vem crochetar esse espaço comigo?

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