Uma mão cheinha de agulhas, pra gente escolher a dedo!
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Encontrar a agulha perfeita é praticamente a busca pelo Santo Graal das viciadas em material de crochê. Porque, assim, a gente pode até ler de tudo na internet, mas saber mesmo, ali, na batata, qual a agulha da sua vida, não é bem assim. Deve ser como tentar escolher um amor pelo Tinder. Uma foto bonita, um monte de propaganda, tem quem goste muito (tipo a mãe de pessoa), mas você não tá assim, suuuuper convencida.

Encontrar agulha pelo review dos outros, então, tortura total. Primeiramente, porque a gente nem tem tudo tão disponível assim aqui no Brasil ainda (tem as marcas mais cobiçadas a preço de ouro, mas Susan Bates e Boye? Pode esquecer). E depois, porque cada pessoa tem um jeito de pegar, uma linha que mais gosta, um ponto favorito, enfim: muitas variáveis e pouca objetividade. Dá até preguiça, só de pensar em escolher.

As crocheteiras ligadinhas, em sua grande maioria, se jogam na Tulip mesmo, já que é o que as brasileiras entendidas do rolê pregam como sendo la creme de la creme. E, como a gente também quer ser “dessas”, bora pagar sessenta suados dinheiros na agulha do momento. Mas e aí é que vem a treta: e se você pagar um rim e não achar que ela é, assim, uma Brastemp?

As indecisas de plantão sofrem por toda uma vida desse mal (E se eu for de Tulip, e a Clover era o amor da minha vida? E se a agulha dos meus sonhos está por aí, em algum blog obscuro esperando ser descoberta?). Mas não temam, crocheteiras queridas, que eu tô aqui pra te ajudar a escolher certinho. Ou, no mínimo, dar uma boa olhada nelas de perto, pra matar a curiosidade e descobrir o que é que as agulhas gringas tem que as nossas não tem – e vice versa.
Vem comigo! Bora arranjar desculpa pra comprar mais agulhas!

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